No contexto da formação dos Estados centralizados europeus, o conceito de "razão de Estado" implicava que o governante deveria:
- A) Agir primordialmente em benefício do fortalecimento do Estado, ainda que restringindo liberdades individuais.
- B) Submeter todas as decisões políticas ao crivo da moral cristã e das autoridades eclesiásticas locais.
- C) Garantir a autonomia plena das propriedades privadas dos súditos em qualquer circunstância política.
Segundo a perspectiva de Nicolau Maquiavel em sua obra O Príncipe, a relação entre política e moral deve ser compreendida como:
- A) Uma união indissolúvel baseada na ética da Igreja.
- B) Duas esferas distintas e muitas vezes inconciliáveis.
- C) Campos que se comunicam obrigatoriamente para a manutenção do poder.
O processo de centralização monárquica no final da Idade Média foi impulsionado, inicialmente, por qual dinâmica social?
- A) Isolamento total da nobreza e recusa de apoio financeiro burguês.
- B) Conflito militar direto entre monarcas e a nascente burguesia mercantil.
- C) Aproximação entre monarcas e burguesia para superar entraves feudais.
A historiadora Claudia Cristina Azeredo Atallah destaca que, na França, a centralização política resultou em:
- A) Uma rede interligando a monarquia às periferias, fortalecendo a Corte como centro político.
- B) Uma dependência econômica absoluta do Rei em relação aos senhores feudais periféricos.
- C) A extinção imediata de todos os privilégios da nobreza em favor da burguesia local.
Diferente do caso francês, a historiografia aponta que a nobreza inglesa manteve maior independência em relação ao monarca devido:
- A) À proibição constitucional de o monarca cobrar impostos sobre o comércio marítimo.
- B) Ao seu vínculo precoce com o comércio e a agricultura após a crise feudal.
- C) À inexistência de um sistema parlamentar de força reguladora no reino britânico.
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